A campanha

Em 2019, mais de 61 mil mulheres gestantes foram diagnosticadas com sífilis no Brasil. Outros 24 mil casos foram registrados de sífilis congênita, quando o bebê é quem nasce infectado pela doença.

Os números ainda alarmantes reforçam a importância de cuidar desde o início da gestação tanto da mãe, quanto da criança.

Esta campanha tem como tema “Vamos cuidar agora!”, com ênfase na prevenção contínua como forma de reduzir os números desta doença que ainda é uma epidemia no Brasil.

É preciso prevenir desde já.

Vamos cuidar agora!

Vamos cuidar agora

Sífilis tem cura!

Realizem o teste

durante o pré-natal e

logo após o parto.

A campanha “Vamos cuidar agora!” tem o foco em despertar nos públicos de interesse, a saber, grávidas e parcerias sexuais, puérperas, profissionais e gestores de saúde, a importância da prevenção da sífilis congênita.

“Vamos cuidar agora” é um chamado para a ação individual e coletiva. Além disso, o conceito atenta para aspectos como o cuidado no presente para a garantia de um futuro livre da sífilis para todos os envolvidos.

Campanhas anteriores

Campanha 1

Na primeira campanha, foram desenvolvidos a marca, a identidade visual do projeto e o slogan (“Teste, trate e cure”), além da disseminação das primeiras peças nas redes sociais, como as que abordaram o tema da sífilis e a prevenção durante o período de carnaval.

Campanha 2

A segunda campanha, por sua vez, trouxe o tema “Lembre de se cuidar”. Mais ampla, abordou a temática da sífilis em diversas mídias, dialogando com o público em formatos como websérie, streaming de áudio e vídeo, além peças informativas estáticas, sempre tendo como alvo as chamadas populações-chave.

Campanha 3

A terceira campanha abordou a importância da testagem e do tratamento da sífilis envolvendo entidades de saúde órgãos de saúde oficiais e o cuidado individual, solicitando à população um autoquestionamento sobre seu conhecimento em relação às formas de se prevenir e procedimentos de tratamento
e testagem.

Ações

Aqui estão disponíveis materiais complementares, desenvolvidos ao longo da vigência do projeto, e que podem ser utilizados por profissionais de saúde e pelo público em geral como forma de ofertar informação de qualidade sobre a sífilis.

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